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Jan 2012 06

Na moda e sem prejuízos

Postado em Seller Fashion

A moda está mais democrática. Com as várias tendências acontecendo ao mesmo tempo, sempre existe uma que agrade mais uns do que outros e, por isso, a chance de se adaptar mais a um estilo do que outro é maior.

 

Graças às Fast Fashion (moda rápida, em inglês), antigas “lojas de departamento”, as tendências da passarela agora são mais acessíveis ao público. As lojas adaptam as novidades a tecidos mais baratos e preços que todos possam pagar. “Tem novidade na moda toda semana e essas lojas conseguem mandá-las para diversos lugares de uma vez. A Fast Fashion sempre tem o básico das tendências mais importantes, a preços mais baixos do que os das marcas que desfilaram, afinal, não é todo mundo que pode pagar mil reais numa peça de roupa, não é?”, ressalta Cristina Morais, jornalista e professora de Tendências de Moda.

 

Nessa vertente é que nasceu a tendência Hi-lo (High and Low; alto e baixo, em inglês). Esse conceito visa misturar peças sofisticadas com as mais básicas, ou seja, relacionar o luxo com elementos mais baratos, encontrados nas Fast Fashion ou em brechós. “Por exemplo, misturar uma saia de uma marca bacana, com uma blusinha mais barata, ou misturar um tecido mais nobre com um tecido menos nobre, como cetim e ceda com malha, isso é Hi-lo”, explica Cris.

 

Visuais que apenas ostentam o luxo, com peças caríssimas de grifes, estão em baixa hoje em dia. Para ser moderna, basta reunir o simples e o sofisticado, montar um visual bem democrático. Renata Braga Artacho, Consultora de Moda e Varejo, ressalta: “Essa é a democracia que é a moda hoje, onde tudo é permitido, desde que usado com bom senso, autocrítica”.

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